
Trabalho realizado em coautoria com o Arquitecto José Maria Lopo Prata, foi inicialmente entendido como um condomínio privado, que após algumas negociações com a Câmara se constatou não ser possível, pelo menos neste município, foi assim a primeira e ultima vez que se tentou licenciar um condomínio privado.
Pessoalmente acho correcta a postura uma vez que os “guetos” quer sejam de ricos ou de pobres são anti-sociais e prejudiciais ao urbanismo e urbanidade.
São 24 vivendas articuladas em duas bandas separadas por piscina comum, possuindo um amplo terreno com espaço lúdico, na frente situa-se uma praceta, pequeno jardim e estacionamento exterior.
Inicialmente o terreno era uma quinta, tentou-se manter o carácter quase rural , pelo menos no logradouro posterior.