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É concedido à câmara municipal a exploração dos terrenos conhecidos por
"ilhote do Côjo"
através de dois ofícios da Repartição do Património da direcção-geral
da Fazenda Publica
e o outro da direcção de Finanças do Distrito de Aveiro.
Só no ano de 1970 mais concretamente no dia 26 de Janeiro, o
edificio-torre
vai a haste publica, e as condições de venda referem que o projecto a
realizar terá que
ter em conta o estudo prévio, por forma a manter as características de
"símbolo" Regional.
Mantém-se o programa de Hotel, Restaurante, bar, escritórios e centro
comercial .
Tendo sido comprado por um próspero e "aventureiro" industrial da região de
seu nome
João Nunes Da Rocha ligado ás industrias de madeiras, pela quantia de três
milhões
quatrocentos e um e oitenta e oito escudos , tendo dez anos para construir o
edifício.