Está aqui

Situado nas traseiras do Parque de Feiras e Exposições de Aveiro, onde habitualmente se faz a Feira de Março , a o Enterro Do Ano entre muitos acontecimentos . Fica mesmo no topo da rotunda poente.
Tem por base um loteamento que caducou , mas acabou por ser a premissa para o projecto uma vez que já existia uma habitação construída respeitando as regras do loteamento. Fez-se uma síntese da envolvente e propôs-se uma pele proteção da solução ela muito minimalista sendo contrariada pela forma exterior.
O involucro exterior é em acabamento Weber betão afagado , sendo o interior branco com acabamento pintura LOTUSAN.

odo este processo começou quando um cliente adquire uma das casa, por coincidência de gaveto e todo o estudo foi partilhado pela câmara e acompanhado pelo presidente da altura o Dr. Alberto Souto Miranda.
Acabou por se realizar um estudo para todo o quarteirão até corrente onde o desenho interior era também controlado.
O estudo era separado por quarteirões cada um com a sua cor de paredes e caixilharia.
Depois dos primeiros projeto foram realizados diversos até ao recente.
Estes bairrros promovidos pelo Estado Novo situados à altura na periferia da cidade estão hoje completamente absorvidos fazendo parte do centro da mesma.
Observa-se este processo em muitas cidades desde a capital, passando pelo Porto Coimbra entre muitas outras.

Inicio com abertura de fundações e ensoleiramento geral.
A dificuldade neste caso foi responder à capacidade de estacionamento na cave sem comprometer a edificabilidade dos pisos superiores.
São 8 frações.
A norte teve-se em conta o encosto com o edifício a sul como vai muito provavelmente ser demolido a medio prazo essa não foi a condicionante.
A fachada é ventilada com alumínio negro mate uma vez que não problemas de térmica pois não se situa a sul .
Pretende-se ter no logradouro u espaço de convívio para todos os condóminos preocupação com a sociabilização.

É um dos diversos trabalhos já realizados para este promotor com soluções personalizadas sobretudo com a resposta á habitação unifamiliar resolvida em piso térreo com uma grande relação com o terreno,
Neste caso apesar de muito discreta é importante a solução ter alguma visibilidade da rua dai fazer parte de um conjunto que se está a iniciar neste momento de mais uma casa isolada que esteticamente funciona como um binómio estético.

Este é um edifício peculiar pois tem o papel de remate de quarteirão. A Costa Nova tem as fachadas povoada por riscas coloridas esta constitui uma exceção.
Foi um percurso longo até ao inicio da obra, temos aqui algo que me parece a melhora .
O programa constou da transformação de uma moradia situada no primeiro piso de uma padaria , para quatro duplex que variam de t2 e t3 com um desenho .
O que existie eram vãos abertos sem critério na minha opinião , que foram sistematizados .
Procurou-se uma coerência de vãos e ritmos com materiais contemporâneos como seja o zinco e o acabamento em sistema ETICs pintados e acabados a cor branca.
Redesenhou-se e interpretou-se as riscas tão características da Costa Nova do Prado.
As vistas são de facto fantásticas sobre a ria de Aveiro particularmente neste canal chamado de canal de Mira.

Esta casa partiu de uma encomenda de um casal que por circunstancias diversas não chegou a tempo de comprar uma casa projetada no escritório.
Privilegiou-se as áreas sociais na frente do terreno por estar a sul para isso acautelou-se a privacidade com a rua .
AS FORMAS interiores e exteriores muito diferentes da casa de referencia mas tem o mesmo tipo de trabalho e principio –
Toda a casa é estruturada por um hall que faz a rotação para dois eixos que marcam a zona social e zona íntima da habitação.
Os materiais exteriores são o zinco na cobertura em sistema de camarinha sobre poliestireno extrudido de 8 mm sobre camadas de geotêxtil.
Nas paredes o sistema ETICs de 8 mm com acabamento a branco variando a cor pontualmente entre o branco e cor de zinco puro.
Os pavimentos são em lajetas de betão.
O jogo de volumes foi muito importante .

Situado no limite da rua com a Travessa da Arrolhela, este terreno que tem o edifício original já demolido á imensos anos devido a questões de segurança pois estava em muito mau estado .
Actualmente serve provisoriamente para estacionamento até ao início da nova construção.
O programa assente em apartamentos de tipologia baixa, isto é To e T1 sobretudo, pois trata-se de um edifício de rendimento.
Estamos no centro histórico da cidade, dai a preocupação acrescida com o desenho do edifício, apesar da envolvente ter alguns exemplos não muito felizes .
Procurou-se a marcação de uma frente de lote através da leitura dos desenhos dos edifícios envolventes onde parece existir um módulo que vario entre os 9 e 12 metros, existindo outros que são submúltiplos do mesmo.

Proposta de duas casa terreas em terreno amplo a 2 minutois do Glicinias . O piso superior aparece apenas para tratar da relação com a rua e também porque a frente está a sul poente numa cota superior o que torna as habitações particularmente interessantes. A modelação nas laterais realiza-se em páteos de forma a tratar a projecção da luz solar e privacidade dos espaços. A interligação da sala onde se distingue claramente uma zona social outra de fogo e ainda uma de refeições muito ligada á cozinha que por sua vez , também tem um acesso à parte de lavandaria . Os futuros proprietários poderão escolher os logradouros que melhor lhes interessar uma vez que a relação com o terreno é muito forte.

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