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No entanto, dificuldades com as expropriações de terrenos e casas, levam a
sucessivas interrupções das obras do arruamento e muros de suporte, que se
prolongam até ao ano de 1974. Por esta altura solicita-se o pagamento
das prestações em atraso pelo Sr. João Nunes Da Rocha, que em Abril deste
ano se vê obrigado a deixar o pais, sendo a sua empresa entregue aos
Operários.
Só passados cinco anos, solicita informações ao Município sobre o
anteprojecto, do qual nunca mais teve informações.
Nesta altura a Câmara ocupa o terreno com a autorização da comissão
administrativa que geria a sua industria.
Seguiram-se várias reuniões entre o proprietário do terreno , a Câmara
Municipal e a firma Macroplan incumbida de realização do PGU (Plano Geral
de Urbanização).
O resultado foi um projecto que passa de 25 pisos para os 27, e dos
10000 m2 passa-se para 50000m2, adulterando completamente a proposta inicial
do Plano director.