Apesar disso, existe uma série de regras básicas que ajudam a minimizar os
estragos por via passiva, a primeira é a escolha de materiais reciclados e
recicláveis, ainda no seu início de implementação, são poucas as
opções existentes no mercado e com o rótulo “verde”, a segundo é a
opção no projecto, da concepção e estratégias passivas com vista ao
minimizar os gastos de energia.
É necessário recorrer a materiais com boa inércia térmica, por exemplo a
pedra (caso usada em bloco maciço) o tijolo maciço, etc. Por outro lado à
que ter o cuidado de isolar todo o exterior como se de uma “capa” ou
camisola se tratasse , com o cuidado para que não existam pontos sem
isolamento para evitar as chamadas “rupturas térmicas” , na miha
opinião a melhor solução é o isolamento térmico pelo exterior – EPS-
vulgarmente apelidado por “capoto” o “cappoto” é uma marca italiana
deste tipo de sistema, hoje já com imensas empresas a produzir o sistema.
O sistema construtivo vulgarmente usado de pilar e viga com lajes aligeiradas
e paredes de tijolo duplo com caixa de ar e isolamento térmico entre ambos,
tem a meu ver os dias contados, primeiro porque as novas regras de isolamento
térmico são profundamente “fundamentalistas” proibindo qualquer ponte
térmica, e a correcção térmica neste tipo de sistema é profundamente
complexa pois obriga ao uso de tijolos de tamanhos variáveis e
“mecanicamente” torna-se complicado e honroso em termos de mão de obra,
coisa que o isolamento térmico resolve de uma forma muito mais eficaz.
Na caixilharia embora no calculo térmico se verifique não ser fundamental o
uso de caixilhos com ruptura térmica, assim como do vidro, tal é de todo
aconselhável apesar do seu custo ser evidentemente mais honoroso.
O perfil de PVC responde a 100% assim como a caixilharia de madeira maciça,
os sistemas metálicos como os perfis de alumínio têm que recorrer a
materiais sintéticos para criar a barreira térmica.
Na caixilharia embora no calculo térmico se verifique não ser fundamental o
uso de caixilhos com ruptura térmica, assim como do vidro, tal é de todo
aconselhável apesar do seu custo ser evidentemente mais honoroso.
O perfil de PVC responde a 100% assim como a caixilharia de madeira maciça,
os sistemas metálicos como os perfis de alumínio têm que recorrer a
materiais sintéticos para criar a barreira térmica.
No que se refere aos vidros convém que no mínimo sejam reflectantes, sempre
duplos, isto é com dois vidros, aconselha-se que o exterior seja temperado
– para evitar “choques térmicos” e a ruptura dos mesmos devido às
diferenças de temperatura entre pontos diferenciados do mesmo vidro (por
exemplo se no verão parte deste estiver ao sol e a outra parte à sombra tal
facto é suficiente para originar a quebra do mesmo) e o interior laminado
– por motivos de segurança, pois o vidro laminado tal como o nome indica
é constituído por “laminas” normalmente uma de vidro e a outra de
material sintético ou pvc, ocasionando que ao partir mantém-se no local
não estilhaçando.
No que se refere aos vidros convém que no mínimo sejam reflectantes, sempre
duplos, isto é com dois vidros, aconselha-se que o exterior seja temperado
– para evitar “choques térmicos” e a ruptura dos mesmos devido às
diferenças de temperatura entre pontos diferenciados do mesmo vidro (por
exemplo se no verão parte deste estiver ao sol e a outra parte à sombra tal
facto é suficiente para originar a quebra do mesmo) e o interior laminado
– por motivos de segurança, pois o vidro laminado tal como o nome indica
é constituído por “laminas” normalmente uma de vidro e a outra de
material sintético ou pvc, ocasionando que ao partir mantém-se no local
não estilhaçando.