O projecto nasceu com a referência do bloco a sul , da Autoria do Arquitecto
Ricardo Vieira de Melo, cujo perfil se manteve, na obstante se ter optado por
um desenho e linguagem significativamente diferente.
O branco foi a cor adoptada para valorizar a forma do edifício, a excepção
é pastilha de grés de cor preta usada pontualmente em locais estratégicos,
e o mármore branco de Moçambique usado nas fachadas para enobrecer a
fachada.
construção acabou por demorar mais do que previsto, existindo assim uma
diferença razoável entre a realização do projecto de Arquitectura e a
conclusão da obra.
As tipologias dos apartamentos são o T2, e destinam-se a rendimento, as
salas estão viradas sobre o arruamento assim como as cozinhas, , os quartos
são localizados sobre as traseiras do edifício.
Curiosamente o dono de obra além do projecto solicitou também o desenho do
mobiliário o que muito me agradou, as madeiras usadas foram o parga-panga, o
maple, e o mutene, curiosamente as minhas madeiras preferidas.
A construção acabou por demorar mais do que previsto, existindo assim uma
diferença razoável entre a realização do projecto de Arquitectura e a
conclusão da obra.
Referência:
p21_2000
As tipologias dos apartamentos são o T2, e destinam-se a rendimento, as
salas estão viradas sobre o arruamento assim como as cozinhas, , os quartos
são localizados sobre as traseiras do edifício.
Curiosamente o dono de obra além do projecto solicitou também o desenho do
mobiliário o que muito me agradou, as madeiras usadas foram o parga-panga, o
maple, e o mutene, curiosamente as minhas madeiras preferidas.
Voluntariamente segue a volumetria do edifício situado a sul onde se procura
uma linguagem clara com o uso de duas cores apenas o branco e o preto, a
fachada a sul é toda capeada a mármore branco raiado de forma a criar uma
reflexão de luz, o negro é em pastilha e o branco é pintura.