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Só em 20 de Julho de 1891 o ilhote do côjo volta a ser noticia com o
Presidente da Câmara , Francisco Manuel Couceiro Da Costa preocupado com o
destino a dar ao ilhote sobretudo após a proposta por parte de privados para
construir um mercado diário por parte de particulares nos terrenos aráveis
do côjo.
Consciente da importância do local nomeia uma comissão, para
aconselhar o município, do destino a dar ao local "tendo em vista o futuro
progresso de Aveiro e os melhoramentos que a sua posição e riquezas
inexploradas lhe reservam" ( ).
Nessa petição apresentada por distintos proprietários, industriais
e comerciantes da cidade, é referida a urgência em expropriar todo o ilhote
por forma a que seja convenientemente aproveitada para beneficio público a
parte baixa do vale que divide a cidade.