A cozinha, é estrutural em toda a arquitectura doméstica, é assim desde os
inícios da humanidade, e acompanha os espaços o seu desenho e fruição, no
caso da quinta da luz a localização indicia a sua importância, mas também
, tem e já me transmitiram diversas vezes, essa percepção, parece
“empurrar”, o encaminhar , o empurrar para a sala é deveras
evidentetodos sabemos e temos consciência que o espaço d e confessão dos
alimentos é muito importante, e tem na história da arquitectura vernacular
de Portugal um papel muito importante, foi apesar disso tratado pelos
eruditos muito mal e como se fosse um parente pobre dos espaços e da
arquitectura Portuguesa.
Todos sabemos que não existe espaço mais importante , é na cozinha que se
confeccionam os alimentos e é nesse espaço que acaba por se passar grande
parte do tempo sobretudo, não só na confessão dos alimentos mas também,
após a refeição é normalmente o espaço de estar mais eleito, e por isso
mesmo importante na habitação.
A cozinha com acesos alternativos o que é muito importante no dia a dia da
fruição destes espaços, tem a todo o comprimento de uma das paredes
espaço amlpo e total para a arrumação e apoio à confeção dos alimentos.
Os tons desde o lote 1 até ao lote 10 foi variando, e experimentou-se todo o
tipo de cor sempre tendo em conta a sua psicologia, e todos os aspectos
psicológicos, intrínsecos aos seres humanos.
No miolo deste espaço e isolado de todos os outros está o espaço de
confeção dos alimentos vulgarmente apelidado de “ilha”, ainda me
recordo à 5 anos da primeira ilha que desenhei, muito polémica e
contraditória foi para os meus amigos Gonçalves e Sara, e a casa está
localizada na rua da Quinta na Gafanha da Nazaré, um arruamento
perpendicular à estrada da Mota que vai desembocar na “bruxa”.