Está aqui

O ar ( céu ) aparece no limite do terceiro volume com vão a toda a largura deste espaço e co igual altura virado para o céu em postura de contemplação , tal como se de um quadro se tratasse. È curioso ver quando um tramo de céu é seleccionado a sua observação “isolada” mostra nuances das nuvens e tons de branco cinza e azul quase ilimitados e em permanente mutação, é um quadro vivo, e em variação continua… De facto a simplicidade dá-nos sempre algo fantástico se tivermos a capacidade de observação. O fascínio pelos meios de transporte que nos possibilitam aceder a locais que de outra forma nunca lá chegaríamos , desde o automóvel, barco, avião, submarino etc é fascinante aquilo que nos possibilitam, visitar, ver, e aprender com isso conviver etc. A forma desses objectos é fascinante desenhados para o movimento, a velocidade , obriga a formas e volumes que resultam muito bonitos, e dinâmicos , são objectos fascinantes… As casas ao contrário não têm essa capacidade , são o contraponto do movimento, são estáticas , imóveis , são os momentos de “paragem” entre circulações..- entre movimentos, dai ser importante mimetizar a forma e captar os momentos de circulação através por exemplo de focos que captam momentos.