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A média anual de barcos só para a fábrica Campos chegou a atingir os
1500.
Em 1903 funda-se a empresa cerâmica da Fonte Nova (que nada tem a
ver com a fábrica de louça da Fonte Nova) entrando em conflito com a
fábrica Campos tanto pela partilha do mesmo Barreiro como pela conquista de
mercado, acabando por falir em 1908, sendo comprada pela fábrica Campos as
suas instalações.
Em 1911 muda-se para uma quinta junto à Fonte Nova a fábrica de
louça dos Santos Mártires, que alterou o seu nome para "J. Aleluia e
Companhia", para mais tarde ser apelidada, apenas de "Fábrica Aleluia" ,
mudando de instalações em 1985, para Esgueira junto à estrada
nacional-109.
Existiu também no côjo a fábrica nacional de vidros Aveirenses
(1887-1891).( )