Está aqui

As industrias cerâmicas, com destaque para as fábricas do Côjo, da Fonte
Nova e da Vista Alegre poderiam despachar directamente os seus produtos sem
necessitarem de qualquer transbordo.
Defende-se também que o caminho de ferro do vale do Vouga aprovado já pelo
parlamento tenha aqui a sua estação: "há-de pois vir pelo interior; e para
descer até à ria tem um caminha unico: -o vale que principia em Azurva e
vem terminar na cidade - desce por ele, perfura o aterro e vem fazer a
estação no próprio centro da cidade, isto é , no ilhote".( )
Pretendia-se assim reunir no mesmo local, todas as vias rentabilizando ao
máximo as potencialidades da região. Defende-se também, que quando a
cidade possuir uma avenida central, tal como acontece um pouco por todo o
lado, esta tenha uma das suas extremidades no ilhote do côjo , quer se
trate de um largo, ou uma estação de caminho de ferro. Volta-se a
defender-se a expropriação do local, propondo que se faça um levantamento
.