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As perspectivas são positivas. As previsões avançadas por alguns
organismos financeiros apontam para um crescimento da actividade nacional nos
próximos dois anos. Para 2008 e 2009, o crescimento do PIB poderá atingir
os 2,0% e 2,3% respectivamente, valores que se aproximam dos esperados para a
Zona Euro.
Na base desta aceleração económica encontramos uma procura interna que
está em fase de evolução, em particular as componentes respeitantes ao
investimento empresarial e ao consumo privado.
O consumo privado poderá registar um aumento nos próximos dois anos,
justificado por uma melhoria esperada das condições no mercado de trabalho
e do consequente impacto para o rendimento das famílias portuguesas.
Não obstante, devemos ter em mente que as actuais projecções devem ser
lidas com algum grau de prudência. As estimativas avançadas revestem-se de
algumas incertezas ligadas sobretudo à conjuntura económica e financeira
internacional.
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