Talvez nalguns meios este discurso parecer estranho mas por exemplo Aveiro
tem sido um caso peculiar de oportunidades “perdidas”, perdidas pois
tem-se construído em quantidade e sem qualidade nenhuma, onde o projectista
é quase sempre (ou tem sido quase sempre) um curioso, um engenheiro, ou
escritório cujo responsável é um Engenheiro e tem lá uns Arquitectos que
até fazem umas coisas mas não são os coordenadores ou gestores do processo
(o que faz uma grande diferença!) ou contratam um arquitecto que não é ele
mas sim outro, em que a relação entre “encomendador” e “arquitecto”
não é nem pode ser muito clara (se é que me entendem).
A competência e aposta no Arquitecto não tem sido o factor de selecção
para construir...e o “Tuga” até prefere caçar com gato, desde que seja
barato, e até faz as mesmas vezes, ou mais ou menos...