É desta, ... à terceira é de vez... fomos ver o terreno , um tabuleiro de 22 por 70 metros em arruamento sossegado, e propenso às moradias, tem por vizinhos uma “casa branca” que é amarelo canário, e uma moradia simpático de rés do chão , já velhinha de 40 anos. Tendo a vantagem da experiência de um outro projecto para uma outra residência, num outro terreno que se deixou a “marinar” para outra altura...partimos já com alguns consensos; a casa vira-se sobre ela própria, criando um “cosmos e “oásis”. A casa estende-se ao sol em forma de L , para se proteger dos vizinhos e do rua, a casa envolve-se com a natureza mesmo que esta seja “criada” e muito controlada, talvez por isso aposta-se em materiais directamente derivados da natureza e de carácter vernacular, nomeadamente, a pedra, o barro, o betão, a madeira, as referências são por demais evidentes, Frank Loyd Right, Alvar Aalto, Carlo Scarpa.