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Foto da sala da moradia do lote 4 da Quinta da Luz. No que se refere aos vidros convém que no mínimo sejam reflectantes, sempre duplos, isto é com dois vidros, aconselha-se que o exterior seja temperado – para evitar “choques térmicos” e a ruptura dos mesmos devido às diferenças de temperatura entre pontos diferenciados do mesmo vidro (por exemplo se no verão parte deste estiver ao sol e a outra parte à sombra tal facto é suficiente para originar a quebra do mesmo) e o interior laminado – por motivos de segurança, pois o vidro laminado tal como o nome indica é constituído por “laminas” normalmente uma de vidro e a outra de material sintético ou pvc, ocasionando que ao partir mantém-se no local não estilhaçando. (continua ...)

Sala da casa do lote 4 da Quinta da Luz (Aquecimento embutido no piso) Evidentemente o uso destes dois tipos de vidro raramente é usado devido ao seu custo, optando-se por soluções “intermédias” de vidros compostos e respondendo às mais variadas exigências. A diferença de custo chega a ser quatro a seis vezes superior. Temos também que contar que os meses quentes tenham exigências muito diversas e contraditórias dos meses frios, uma pala é muito útil no verão mas incomoda e prejudicial no Inverno, assim como o vidro reflectante é útil no verão pois reflecte o excesso de energia solar, mas no Inverno impede o útil aquecimento interior dos espaços tornando a energia solar inútil. (continua...)

Foto de interior da casa do lote 4 da Quinta da Luz. A sul deve-se ter vãos amplos mas devidamente sombreados, as clarabóias, devem estar a norte para não “interferir” no controle térmico. Diz a experiência que no uso da iluminação natural zenital, nas clarabóias, lanternins, ou “Velux” o uso de vidro duplo não é suficiente tem que se recorrer a duplo vidro duplo, pois o diferencial térmico é muito grande. (continua...)

Foto do hall do piso terreo. Os sistemas de aquecimento e arrefecimento devem prioritariamente aproveitar os elementos da natureza, o sol , a agua o fogo, e a geotermia. A energia solar, a geotermia, complementados por bombas de calor parece estarem a ter algum sucesso, no que se refere à energia geotérmica talvez não seja a melhor solução para climas temperados como o nosso. (continua...)

Foto da casa de banho do piso terreo. A energia fotovoltaica ainda de custos elevados, está envolto em polémica pois a sua produção “polui mais” do que a mais valia que vai ter posteriormente. Aliado ao aquecimento e arrefecimento por vias passivas ou não, temos também e de importância vital, a ventilação dos edifícios, que deve ser criteriosamente estudada, grande parte dos problemas de patologias em edifícios recentes deve-se ao facto de se levar o isolamento ao seu limite isto é isola-se um edifício para que não tenha perdas térmicas este facto ocasiona “condensações” pois não existe ventilação ou renovação de ar. (continua...)

Foto da "curva" de ligação ao hall do quarto e cozinha. Existem vidros reflectantes que resolvem os problemas de verão e Inverno. O acto de construir implica a intervenção no meio que nos rodeia, assim sendo tem que se ter o cuidado acrescido da integração, no local, o respeito pelo sitio e adicionado a isso o cuidado pelos valores ecológicos intrínsecos ao respeito pelo planeta. Uma das hipóteses é a recolha de águas por cisternas (águas das chuvas) que poderão ser usadas para a rega e mesmo nas sanitas, pois é onde o gasto de água se tem revelado mais intenso. ( continua...)

Foto da escada da moradia situada no lote numero 4 da Urbanização da Quinta da Luz. O aquecimento solar passivo, obtém-se através do uso construção desenhada de forma a reduzir ao mínimo o uso de aparelhos ventiladores ou bombas com apoio de energia eléctrica ou outra. A parede “trompe” é um dos sistemas que consiste numa parede externa de alvenaria revestida de vidro na face exposta que absorve o calor solar e posteriormente o irradia para o interior da habitação, tal acontece de uma forma cíclica e regular após algumas horas. (continua...) Foto da escada da moradia situada no lote numero 4 da Urbanização da Quinta da Luz, tanto o loteamento como o projecto global são da autoria deste gabinete / Atelier de Arquitectura.

Foto da cozinha da moradia situada no lote 4 da Quinta da Luz. O seu uso já experimentado está ainda na fase de ajuste à nossa realidade, pelo menos são as noticias que tenho. Os jardins de Inverno são construídos com o objectivo de absorver uma grande quantidade de energia solar, tem o problema de no verão tal ser excessivo. (continua...)

Foto da cozinha da moradia situada no lote 4 da Quinta da Luz, S. Salvador Ilhavo. (Situa-se próximo dsa Estação da Luz) Os quebra sol, ou “brise-soleil” são dispositivos externos usados para quebrar o sol e a sua capacidade calorífica, poderão ser horizontais ou verticais, conseante a necessidade de quebra solar, normalmente para o poente como o sol é horizontal usam-se os painéis vertiicais devidamente colocados, a sul são usados os painéis horizontais. (continua...)

Foto da cozinha da moradia situada no lote 4 da Quinta da Luz, S. Salvador Ilhavo (Empreendimento situadso próximo do nó da A17 de Salgueiro e da Discoteca Estação da Luz. Os reguladores solares orientáveis são lâminas orientáveis que podem adaptar-se consoante o percurso solar e época de ano, são dos mais diversos materiais, mas predomina a madeira e o metal. Podem ainda ter comando manual ou automático ou ainda electrificado. (continua...)

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