Está aqui

De acordo com os resultados do Inquérito Mensal à Actividade, promovido
pela AECOPS, em colaboração com a União Europeia, enquanto em 2006 o saldo
médio relativo ao ritmo da produção global das empresas se situou nos
-27,0 por cento, em 2007 ele subiu ligeiramente para -17,0 por cento, o que
comprova um menor pessimismo por parte dos empresários.
Este comportamento mais favorável foi manifestado em todos os segmentos de
actividade, com destaque para os de edifícios não residenciais e de
engenharia civil. A construção de habitação voltou a ser o segmento
encarado de modo mais apreensivo pelos empresários do Sector.
Contrariando esta evolução menos negativa esteve o indicador de
utilização da capacidade produtiva das empresas, que se situou, em média,
em 73,8 por cento em 2007, contra os 74,4 por cento registados um ano antes.
A evolução verificada em 2007 é explicada, pelo empresários do Sector,
pelo baixo nível da procura dirigida aos produtos da construção, pela
elevada carga fiscal e pelos atrasos nos pagamentos por parte do Estado.
Para o futuro, os empresários revelaram-se mais optimistas, tanto no
respeitante à evolução da produção, como do emprego e dos preços a
praticar no Sector.

De acordo com os resultados do Inquérito Mensal à Actividade, promovido
pela AECOPS, em colaboração com a União Europeia, enquanto em 2006 o saldo
médio relativo ao ritmo da produção global das empresas se situou nos
-27,0 por cento, em 2007 ele subiu ligeiramente para -17,0 por cento, o que
comprova um menor pessimismo por parte dos empresários.
Este comportamento mais favorável foi manifestado em todos os segmentos de
actividade, com destaque para os de edifícios não residenciais e de
engenharia civil. A construção de habitação voltou a ser o segmento
encarado de modo mais apreensivo pelos empresários do Sector.
Contrariando esta evolução menos negativa esteve o indicador de
utilização da capacidade produtiva das empresas, que se situou, em média,
em 73,8 por cento em 2007, contra os 74,4 por cento registados um ano antes.
A evolução verificada em 2007 é explicada, pelo empresários do Sector,
pelo baixo nível da procura dirigida aos produtos da construção, pela
elevada carga fiscal e pelos atrasos nos pagamentos por parte do Estado.
Para o futuro, os empresários revelaram-se mais optimistas, tanto no
respeitante à evolução da produção, como do emprego e dos preços a
praticar no Sector.