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No exterior cuja preocupação só apareceu numa fase posterior do processo, tivemos que ser realista e perceber que a probabilidade de a envolvente próxima não ter projectos de qualidade dai a proposta ser arrojada mas tem o cuidado do enquadramento de casas “à antiga portuguesa”. O resultado é uma solução muito honesta mas com atributos e capaz de proporcionar uma vivência feliz.

Exteriormente ainda estamos a estudas diversas propostas de matérias desde as resinas, até fachada ventilada, e placagem de alumínio e inox, de qualquer forma o branco é sempre o elemento aglotinador de toda a construção, foi também possível um desenho de cobertura assumindo a cor da telha em todo o volume da mesma assim como na cobertura do carro (telheiro) e pontualmente no muro, vai ficar muito bem.

Embora só recentemente tenha conhecido os donos de obra estes têm “tropeçado” em muitos dos meus trabalhos quando iniciaram o processo para adquirir uma moradia unifamiliar e curiosamente as soluções com que se identificaram melhor foram sempre os projectos realizados por este gabinete, tal aconteceu repetidamente, dai a escolha do arquitecto ter sido quase imediata apesar de terem muitos conhecimentos na área com arquitectos de referência na área de Coimbra e do Porto.

Iniciou-se o processo com a escolha do terreno o que me parece muito correcto, sempre com uma viabilidade formal a acompanhar, começou-se com um terreno em Condeixa, de facto com vistas fantásticas infelizmente após visita à câmara municipal e consulta das cartas camarárias de condicionantes constatou-se que este não tinha capacidade de edificabilidade de construção.

Esquiços O prazer de desenhar e do desenho adquirido no tempo de faculdade não desapareceram antes pelo contrário, experimentar novos materiais grafite, aguarela pastel caneta marcador acrílico óleo, lápis, etc são sempre um prazer e um desafio.

O terreno tem dois acessos o que possibilita criar dois caracteres ao sítio, a preocupação com a envolvente e particularmente com as vistas e a exposição solar foi o ponto de partida, os percursos desde a chegada ao terreno são fundamentais no projecto, assim com a forma muito personalizada que os donos de obra entendem os espaços de que pretendem construir.

Iniciou-se o processo com a escolha do terreno o que me parece muito correcto, sempre com uma viabilidade formal a acompanhar, começou-se com um terreno em Condeixa, de facto com vistas fantásticas infelizmente após visita à câmara municipal e consulta das cartas camarárias de condicionantes constatou-se que este não tinha capacidade de edificabilidade de construção.

Andou-se depois por Anadia, Vagos, Aveiro, Coimbra e terminou-se com um terreno em Montemor-o-Velho, de dimensões muito consideráveis, e vistas a ter em conta, é talvez o terreno em que se projectou uma habitação que tem a maior dimensão, fez-se o pedido de informação prévia após realizado o levantamento topográfico, e proposta arquitectónica, demorou um pouco a resposta mas finalmente chegou, ... era possível construir o que se pretendia , partiu-se para o projecto.

Rotring A Rotring após aquisição por parte de firma norte americana, abriu falência passados 7 anos, é pena pois todos nos lembramos da eficiência destes materiais desde as canetas art-pen de diversos formatos e tipos de escrita, além das escalas canetas de rigor etc, ... é pena as leis da selva da economia...

Só falta construir… depois de um trajecto longo de analise de terrenos, envolventes, condicionantes, exposição solar, vizinhanças, Pedidos de Informação Prévia, escolheu-se o terreno e reiniciou-se o processo de analise quer do sitio quer das necessidades aspirações, sonhos e expectativas dos donos de obra…

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