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Vista aérea da maqueta do Lote 1 da Quinta da Barra, a preocupação em resolver a solução do gaveto de forma a aumentar a privacidade dos futuros habitantes da casa foi preponderante na solução, por outro lado, como a volumetria é muito "castrante" pois condiciona muito as fachadas, procurou-se quebrar o volume atraves de interligações interiores e exteriores dos espaços, onde o interior e exterior quase que estão indefinidos e interligam-se sem nunca se perder a privacidade interior.

Estudo de um pormenor de ligação entre os quartos e a sala. No gaveto do topo vai situar-se o quarto privativo, no oposto a sala e cozinha. ainda se anda à procura da identidade da solução que com o evoluir e concretizar do interior se vai afirmando e definindo a estética da solução.

A construção em patamares possibilita que as vistas sejam fruidas de todos os espaços, no entanto corre-se o risco de "segmentar " e fragmentar a solução com volumes autonomos e excessivos desniveis entre a habitação.

Apontamento da fachada , ou melhor de uma das fachadas com tentativa de articulação entre o hall externo, garagem e volumetria envolvente. É curioso que o percurso bastante longo desde a chegada ao terreno é feito de carro e por vereda de arvores, pois optou-se por localizar a casa mesmo no centro do terreno, ai tem a melhor proteção e as melhores vistas .

os desenhos das hipoteses de fachada surgem quase que por instinto, muitas vezes ainda sem o suporte do programa devidamente definido. Curiosamente neste caso a resolução do interior é muito dependente da analise externa quer do terreno quer da sua envolvente próxima e até mais abramgente como seja com a paisagem, a planicie as encostas, o rio e as superficies aliviais. É quase topológico.

São diversas as opções formais e programáticas agora experimentadas, mas baseiam-se todas em numa abordagem intuitiva do sitio com a experimentação de diversos percursos de chegada à casa quer a norte por acesso mais rural quer a sul com simulação de vereda num lado e pergula no outro.

São desenhos de estudo para uma moradia em terreno amplo com ar de Quinta pois é constituido por diversos hectares de terreno, com dois acessos independentes, permite realizar algo que é raro em habitação ter caracter rural de quinta.

Mais um terreno particularmente difícil, e cujo custo obrigou a recorrer a uma solução de casa geminadas. Afastou-se 3 metros das extremas embora encostando a garagem e os anexos. Os espaços fundamentais e estruturantes na solução são um jardim e “solário” coberto que articula todos os espaços particularmente as escadas e hall de distribuição para os espaços.

Muito próximo desta solução casas gémeas este um loteamento que com toda certeza não tem por autores arquitectos ou Gabinete de Arquitectura pois a implantação não deixa adivinhar uma solução arquitectónicamente interessante.

A sul está a sala e no piso superior o quarto privativo organizado como uma suite de hotel com um vasto terraço protegido por panos de tijolo com morfologia variada de forma a possibilitar uma variação no sombreamento do quarto e também para proteger um jardim interior do excesso do sol de verão. Esse mesmo jardim tem por objectivo diminuir a temperatura média no exterior que por simpatia se repercute no interior do quarto, hall dos quartos e também nos quartos adjacentes.

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