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Edifício multifamilar de 28 apartamentos articulados por duas caixas de escadas , foi intenção do promotor que o edifício fosse referência na zona apostando numa solução tão inovadora quanto possível. A fachada é ventilada e de desenhado de forma a dar a ideia do movimento da água e tendo também referências náuticas . O uso de vidro no interior é uma tentativa de trabalhar os espaços visualmente mais fluidos.

Os donos de Obra um Juiz e uma médica, só muito mais tarde me apercebi que eram grandes amigos de anteriores clientes meus, dai talvez terem decidido de imediato quem era o arquitecto autor da sua casa, em vez de consultarem os Gabinetes de arquitectos e Arquitectura de Aveiro e Ílhavo. A solução apontou para geminar a a norte e colocar as divisões, todas a sul.

A Arquitectura foi completamente desvirtualizada em obra, motivo porque não passa de uma utopia , durante umas pequenas férias na altura da Pascoa à Republica Dominicana no regresso ao passar (por acaso) na obra foi um susto de morte, a obra estava completamente desvirtuada fruto da intromissão de toda a gente e com graves responsabilidades do construtor que avançou com a obra sem consultar o Director de Obra e o Arquitecto.

É a segunda de dez casas geminadas e todas concebidas com a mesma filosofia que nasceu no próprio loteamento, tem a sua peculiaridade e adapta-se às exigências dos proprietários, tal como acontece com as outras vivendas, ou moradias. Diferencia-se das outras sobretudo nos materiais e pormenores como por exemplo fogão de sala cozinha, casas de banho cores texturas prioridades de iluminação e pavimentos.

Num terreno de dimensões muito próximas do quadrado e de tamanho suficiente mas não muito generoso partiu o desafio de projectar duas moradias gémeas sem condicionantes por parte do cliente (a não ser as já conhecidas em projectos anteriores) Marcou sobretudo a preocupação que as casas se valorizassem “interiormente” ou através da relação interior exterior. Seleccionou-se a escada e jardim como elementos que se pretendiam peculiares na solução.

O projecto revela uma grande adesão por parte de quem o visita e também surpresa pela solução. Este projecto revela que não é necessário um grande terreno para ter uma solução arquitectónica muito interessante.

Mais um terreno particularmente difícil, e cujo custo obrigou a recorrer a uma solução de casa geminadas. Afastou-se 3 metros das extremas embora encostando a garagem e os anexos. Os espaços fundamentais e estruturantes na solução são um jardim e “solário” coberto que articula todos os espaços particularmente as escadas e hall de distribuição para os espaços.

Localizada junto à linha de comboio e entre duas habitação de cariz rural e tipologia grandeza, com um programa muito próprio e profundamente discutido com o dono de obra, resultou numa solução muito peculiar de linguagem contemporânea onde a preocupação de enquadramento foi prevalecente. Colaborou neste trabalho o Arquitecto José Neves, fazendo parte só seu relatório de admissão à ordem dos Arquitectos

Edifício interessante dos anos 50 a que corresponde a transição das Igrejas com Nave e Transepto para as soluções de desenho livre. Como nunca foi fruto de nenhuma obra de conservação ou remodelação o espaço apresentava-se pouco interessante e cativador sobretudo para os mais jovens, propôs-se um novo trabalho da luz natural e artificial e a substituição dos azulejos por madeiras de cores claras e chapas em cobre resultando num espaço mais agradável.

Vivenda no loteamento da Quinta da Patela lote de gaveto – Freguesia de S. Bernardo – Distrito e concelho de Aveiro - Portugal O caractér “monolitico” do edifícado do lote, condiciona em muito o aspecto formal, da solução, os logradouros do lote variam entre 3 e 5 metros. A escolha do arquitecto recaiu neste escritório porque todos os colegas de trabalho estavam a fazer casa com a mesma equipe de Arquitectura. Habitação com 3 pisos e quase 500 m2 de área de construção.

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