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O contacto partiu de uma colaboração técnica em projecto de um cliente e amigo comum, embora com algum preconceito em relação ao trabalho do arquitecto tal “preconceito” foi desvanecendo à medida que se observava o evoluir do projecto. Creio que no final do mesmo não existiam duvidas sobre a mais valia de recorrer a um técnico especializado como é o Arquitecto, de tal forma que para a habitação própria não houve dúvidas sobre quem ia fazer o projecto. Para um casal com experiência na área da construção e técnicos superiores na área, começaram a busca do local ideal para edificar um sonho de alguns anos, entre as buscas recorreu-se aos terrenos disponíveis para venda nos Jornais, na Net, e nas imobiliárias, recorrendo ao “procura-se terreno” ou “vende-se terreno”.

Todos os quartos do piso superior têm casa de banho privativo, e vestiário, no rés-do-chão a cozinha é amplo e com espaço para refeições imediatamente ligado à sala por portas de correr de grande dimensão, a sala é constituída por três zonas , a zona de jantar, o estar e pequeno espaço lúdico. A madeira é uma dominante nos pavimentos, quer externos quer internos, internamente temos o soalho de madeira maciça, e externamente o deck em madeira de sucupira ipê, já as paredes exteriores são em pedra travertino romano resinoso grampeado e internamente pintadas de branco de tom ligeiramente beije.

Partiu-se assim para uma solução de dois pisos e cave para estacionamento, a procura da solução tem evoluído de forma lenta não porque as soluções e ideias não tenham surgido mas sim porque a solução tem sido assimilada e alterada de forma muito minuciosa pelos clientes.

A escolha recaiu num terreno situado na Freguesia de Santa Joana Princesa um “tabuleiro” de dimensão considerável, onde se pretende criar um “microcosmo” defendendo da envolvente exterior. Inicialmente e durante algum tempo a solução foi de uma casa de piso térreo, como a área e o programa é muito extenso, tal ocasionava um percurso muito longo entre os espaços interiores, sobretudo entre os quartos e a área social.

O contacto surgiu de um trabalho anterior, que apenas não se concretizou por imperativos exteriores tanto ao gabinete de arquitectura como aos donos de obra. Embora Inicialmente o aspecto exterior de alguns dos trabalhos deste escritório causa-se alguma “estranheza”e mesmo alguma “repulsa” a visita destas alterava sempre a opinião havendo uma identificação total e absoluta com os espaços e a vivência proporcionada por estes, o ódio transformava-se rapidamente em amor...

Foram convidados vários Arquitectos e os seus respectivos gabinetes para eleborar a proposta , nomeadamente Mário Botta, Norman Foster, Arata Isozaki, Rafael Moneo, Juan Navarro, Baldeweg, e finamente Pena Ganchegui, tendo ganho como é sabido o Arquitcto Rafaem Moneo.

O centro Kursal é um centro de Congressos e espectáculos, complex0o Arquitectónico notável da Autoria de Rafael Moneo. Tem 2 auditórios com capacidade para 1806 e outro para 624 pessoas. 20 salas com diversas capacidades. 5000 m2 de área para apresentações, exposições, e outras actividades.

A viagem serviu para A ABB anunciar a sua nova série de aparelhagem terminal Zenit, que introduz ainda uma série de inovações importantes que a distinguem dos equipamentos similares da concorrência: todos os mecanismos são de 16A, aumentando a sua robustez; é possível personalizar as teclas através de um kit de pictogramas com vários símbolos de funções

A viagem serviu para A ABB anunciar a sua nova série de aparelhagem terminal Zenit, o último desenvolvimento em séries modulares, Esta é a primeira série de aparelhagem ecodesenhada, certificada pela Aenor de acordo com a norma UNE 150 301.

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