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A apetência das industrias pelo côjo, surge devido à facilidade de transportes no local, sobretudo os esteiros da ria que sempre foram intensamente utilizados para este fim. O facto de não ser viável a construção de habitação no ilhote do côjo , vai transformar este local também, em zona da armazenamento. A primeira industria cerâmica que se tem conhecimento e que se situou nesta zona foi uma fábrica , fundada em 1775, ...

 

Alguns autores idêntificam esta fábrica , como sendo a fábrica do Côjo( ), e apenas se tem conhecimento, que na fase final da sua existência produziu pequenas esculturas de barro vermelho.( ) A data em que surgiu, leva-me a levantar a hipótese de que essa fábrica , surge englobada nas reformas do Marquês de Pombal. O facto de se situar num barreiro, e de na região não existir pedra para a construção de edificíos, leva-me a supor que se terá ....

 

O notável edifício , é da autoria do Arquitecto José Maria Olímpio residente na cidade do Porto. O objectivo desta fabrica era o fabrico de telhas do tipo "Marselha" e produtos correlativos. Entre 1907 e 1923, procede à aquisição de terrenos para assegurar o acesso ao caminho de ferro e à matéria prima principal , o barro retirado do local onde a fábrica veio a ser fundada. Pelo menos até ao ano de 1960 o canal foi intensamente utilizado por esta firma, para o transporte de toda a espécie de produtos, desde produtos cerâmicos, barros refractários, lenha e outros combustíveis.

 

A média anual de barcos só para a fábrica Campos chegou a atingir os 1500. Em 1903 funda-se a empresa cerâmica da Fonte Nova (que nada tem a ver com a fábrica de louça da Fonte Nova) entrando em conflito com a fábrica Campos tanto pela partilha do mesmo Barreiro como pela conquista de mercado, acabando por falir em 1908, sendo comprada pela fábrica Campos as suas instalações. Em 1911 muda-se para uma quinta junto à Fonte Nova a fábrica de louça dos Santos Mártires, que alterou o seu nome para "J. Aleluia e Companhia", para mais tarde ser...

Foto de pormenor exterior da casa da Quinta Da Luz

Cozinha do lote 1 da Quinta Da Luz, Ilhavo

No dia 1 de Janeiro de 2008, entrou em vigor a Lei n.º 37/2007 , de 14 de Agosto, que aprova normas para a protecção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco. lote 1 da Quinta Da Luz foto do balcão do quarto privativo.

Por incrivel que pareça os boatos sobre a intenção de propor a demolição do edifício Fernando Tavora são verdade , uma vez que em recente assembleio municipal tal proposta foi abordada. De facto já só faltava esta. Tal proposta revela uma ignorância total e absoluta sobre a arquitectura e urbanismo, particularmente sobre a história dos espaços públicos em Portugal. É o espelho da falta de cultura e desprezo pela história recente da Arquitectura Portuguesa.

As caixilharias, independentemente do material em que são fabricadas, devem respeitar diversos padrões de qualidade, como sejam, estanquecidade à água, resistência ao desgaste, resistência aos raios UV, isolamento termico-acústico, segurança anti-intrusão, entre muitos outros. No entanto, conforme os requisitos de construção, os caixilhos são definidos de acordo com o local de aplicação. Podemos intuir que o caixilho de guilhotina é frequentemente utilizado para casas de banho, arrecadações, garagens, sótãos, entre outros. Seguindo este princípio, os caixilhos (ou janelas) podem, então, ser classificados como:

como o seu nome indica, este caixilho tem um cerramento parecido com o movimento da célebre guilhotina. Pode incluiruma ou mais folhas de vidro que se movimentam por deslizamento verticalno plano da janela. Possui as mesmas vantagens da janela de correr, caso as folhas de vidro tenham sistemas de contrapeso ou sejam balanceadas. Caso contrário, as folhas devem ter retentoras nas guias do marco. janela de uma das casas do bairro da Misericórdia (junto à Universidade de Aveiro) antes da remodelação

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